Pesquisar este blog

"A mente que se abre a uma nova ideia, nunca voltará ao seu tamanho original."

Albert Einstein

segunda-feira, 25 de maio de 2015

"AMARELINHA" Professora Adriana Marquesini

Brincar de amarelinha tem sido um grande desafio para as crianças e para a professora também.

Primeiro desafio, ou problema a ser resolvido foi não ter amarelinha na escola e nem espaço adequado para uma. Isso foi resolvido numa discussão em grupo (ou uma Resolução de Problemas) com a participação das crianças e, depois de várias sugestões,  foi feito uma amarelinha de fita adesiva no pátio.

Depois de brincar com a amarelinha mais conhecida, a tradicional, apresentei às crianças outros modelos, como a de orelha e da semana.

As crianças gostaram muito da de”orelha” , talvez por ser mais curta e fácil de pular.

Os problemas apresentados às crianças levou-as a pensar, levantar hipóteses, tentar encontrar soluções. Nem todas as crianças participam igualmente e em todos os momentos, mas quando participam estão pensando, raciocinando, aprendendo.

Além dos ganhos que elas obviamente apresentaram em termos de conhecimentos matemáticos, como sequência numérica e resolução de problemas, por exemplo, pudemos perceber que as crianças também foram estimuladas em relação ao relacionamento social. Como a amarelinha foi para o pátio, todas as crianças da escola a utilizam em diversos momentos. Após a merenda, até a nossa ajudante geral mostrou-se uma grande “educadora” enquanto organizava as crianças para pular, relembrava as regras, ria com suas conquistas...

Outra coisa bem bacana que aconteceu foi o retorno dado pelos pais. Alguns falaram diretamente a mim na hora de buscar as crianças na escola eoutros enviaram bilhetes, elogiando o trabalho e em como podiam perceber que seus filhos haviam aprendido não só a pular amarelinha, regras e números, como chegavam em casa animados e relatando o que haviam feito na escola.


Não é maravilhoso?

     



   



segunda-feira, 18 de maio de 2015

"AMARELINHA" Professora Érica Molon

No primeiro momento propus uma resolução de problemas e relatei que uma professora da escola teve sua amarelinha apagada. Algumas crianças relataram que para resolução desse problema a professora deveria comprar uma amarelinha, outras deram como sugestão desenhar no chão.

Após as sugestões, perguntei se alguma criança conhecia a brincadeira de “Amarelinha”. Notei que as que frequentaram a creche, já conheciam. Após essa conversa apresentei a amarelinha que foi confeccionada no curso com papel cartão.

No início algumas crianças tiveram dificuldade em pular, somente andavam sobre a amarelinha. Quando uma das crianças iniciou pulando, várias observaram e tentaram imitá-las. As crianças aprenderam e todos participaram pulando várias vezes alguns com mais facilidade e outros menos, mas todos com muito interesse.

No dia seguinte uma das aulas trouxe um giz de cera para que eu desenhasse a amarelinha no chão. Fiz o teste com o giz de cera que a aluna trouxe, como era rosa claro e não aparecia, perguntei como poderia resolver e os alunos sugeriram fazer com giz de lousa.

Desenhei a amarelinha tradicional com o céu. Expliquei que sua função era o descanso e comecei a demonstrar como jogar com a pedra.

A sequência didática foi muito positiva e as crianças demonstraram muito interesse em brincar. 




sexta-feira, 15 de maio de 2015

"AMARELINHA" Professora Camilla Meirelles

         Introduzi a sequência didática perguntando quem sabia o que era "amarelinha" e pedindo sugestões de como poderíamos criar uma amarelinha na nossa escola.
            Várias ideias surgiram até que resolvemos fazer de durex no chão do pátio.
            Conforme fazia a amarelinha ideias iam surgindo...

                 
  


            - "Podemos fazer o céu de dia, o céu de noite."
            Com a amarelinha pronta perguntei se sabiam como se brincava.
            -"Joga a pedrinha no número e vai pulando".
            -"Inicia no 1 né, prô!"
           
            Brincaram (treinaram) sem a pedrinha.
   
  


            Também tiveram contato com clipe de música e poemas sobre o tema (sugeridos durante os nossos encontros).


Para introduzir a pedrinha, procuraram a pedra ideal no parque.

  

   
            "Tem que ser grande", "Tem que ser bonita", "Pequena é melhor pra jogar", "Essa não pode, é muito pesada, fica de fora"...
            Introduzi as regras, cada criança registrou o seu número 1.

            Após jogarem utilizando a pedrinha, descobriram que a pedra "chata" é a melhor!

            No 5º dia da vivência com amarelinha, todos desenharam a nossa brincadeira e apresentaram na roda.

            Além das situações-problema propostas durante os encontros também criei uma outra, onde tinham que criar uma nova amarelinha... Esse foi o ponto de partida para introduzir os novos tipos de amarelinha (confeccionadas com papel, seguindo os modelos apresentados durante os nossos encontros e outros modelos pesquisados).
            A amarelinha que eu criei foi uma adaptação da Amarelinha Africana (livro "O brincar na Educação Infantil" do acervo da escola - enviado pelo MEC).



* Apresentação da amarelinha criada por cada um e a da professora

Outras amarelinhas apresentadas

    
  

 

            Pularam tanto, brincaram tanto , que teve aluno que até furou a meia!

            Após vivenciarem todas as amarelinhas, tiveram a oportunidade de desenhar e apresentar a amarelinha que mais haviam gostado.
           
            Após 11 dias de vivência, encerro aqui está sequência de atividades. Avalio que foram muitas as conquistas, não somente para as crianças mas para minha prática também.
            As crianças progrediram com relação a coordenação motora grossa, equilíbrio,  a linguagem oral, expressão de ideias, coordenação motora fina..
            E em relação a minha prática, vi como foi bom a conversa sobre o desenho, o trabalho com as situações-problema. Com certeza essa experiência me fez crescer enquanto professora, me desafiou, me fez pensar, estudar... adorei!
           





sexta-feira, 24 de abril de 2015

Preparo dos corantes naturais e aplicação nas pinturas em papel


A Coordenadora Mônica Onisto da EMEB D. Estephânia C. V. Braga, juntamente com as professoras de sua escola, desenvolveram uma sequência didática em comemoração ao “Dia do Índio” e compartilhou conosco, durante os encontros do SABER.

Dentre tantas atividades desenvolvidas, citou a realização de receitas de corantes naturais tanto para o conhecimento das crianças, como para a aprendizagem de procedimentos.

Durante a aula, muitas problematizações foram propostas e as crianças, de forma individual ou em pequenos grupos, procuraram apresentar soluções, como por exemplo quando foi questionado se o liquidificador poderia ser ligado sem a tampa e uma criança respondeu que não, se não “tudo vai voar”.

Parabéns pelo trabalho!!!







quinta-feira, 16 de abril de 2015

O DESENHO INFANTIL E AS RESOLUÇÕES DE PROBLEMAS

 
Ao estudarmos como resolver problemas na Educação Infantil, vimos que as soluções podem ser apresentadas de forma ORAL, GESTUAL, ESCRITA ou PICTÓRICA.

Propor que a solução seja apresentada oralmente significa que cada criança pode expor seu pensamento, concordar ou discordar de colegas e fazer um debate sobre as soluções.  A oralidade se faz presente em todas as formas de resolução, uma vez que a criança precisa expor seu pensamento aos demais. As solicializações com todo o grupo são de extrema importância.

Uma solução gestual propõe que sejam apresentadas por gestos corporais ou dramatizações.

Pensando que as crianças de Infantil I e II ainda não escrevem, o registro escrito pode e deve ser aplicado, tendo o professor como escriba. Assim é possível mostrar aos pequenos uma das funções sociais da escrita, registrando o pensamento individual da resolução que poderá ser lido por outra criança.

As soluções pictóricas são apresentadas em forma de desenhos, pinturas, carimbos, colagem, ou seja, todos os tipos de registros gráficos. É muito importante que os professores compreendam que em soluções realizadas por meio de desenhos no Infantil I e II anos nem sempre teremos desenhos que retratam exatamente o que as crianças pensaram, devido ao processo de desenvolvimento do desenho infantil.

Na 4ª aula, além de estudarmos sobre a resolução de problemas, também fizemos uma retomada sobre o desenvolvimento do desenho infantil, resgatando as etapas pelas quais as crianças passam, suas características, como a professora conduz tal trabalho e realiza intervenções.
 
 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Bolinha de gude

Burquinha, bila, tecadeira... quantos termos novos aprendemos. 
Como as brincadeiras infantis como a bolinha de gude, o boliche, telefone sem fio ou a amarelinha têm enriquecido nossa prática pedagógica!
Nós aprendemos, mas quem sai ganhando (com toda certeza) são as nossas crianças!!! 
Deem uma olhadinha neste site, além de diferentes formas de jogar com bolinhas de gude, podemos conhecer muitas outras brincadeiras infantis. 
Brincar é um trabalho muito sério, mas é divertido! 

http://www.fazfacil.com.br/lazer/como-jogar-bolinha-de-gude/

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Resolução de Problemas nas brincadeiras infantis

A aula de 26/03 foi marcada por um grande debate acerca das brincadeiras infantis, tanto no que se refere à sua importância para o desenvolvimento da criança, quanto para o resgate de aspectos culturais.
A brincadeira é uma das ações que faz parte do universo infantil e é uma grande oportunidade para Resolver Problemas.
Interessante observar a grande ligação existente entre a oralidade e a resolução de problemas e como as brincadeiras infantis, sejam elas de faz de conta, de construção ou de regras, contribuem para o desenvolvimento de tais habilidades.
Duas atividades foram designadas como tarefa: uma reflexão sobre o nosso Plano Anual e aplicar uma resolução de problema presente em uma brincadeira infantil, planejada em nosso encontro.
Mãos à obra!